A Itália busca a redenção em 2026 após dois Mundiais ausentes—2018 e 2022. Luciano Spalletti tem a tarefa de reconstruir a Azzurra ao redor de talentos da Serie A em ascensão e veteranos que ainda possuem gás. Não ganham desde 2006; 2026 é a oportunidade de quebrar o jejum histórico.
A Defesa: O Coração Italiano Segue Forte
Gianluca Mancini (Roma) é um dos melhores defensores italianos atuais. Alessandro Bastoni (Inter) é jovem e tecnicamente completo. A linha de defesa italiana ainda tem qualidade, com Alessandro Buongiorno emergindo como promessa. As laterais contarão com jogadores como Matteo Darmian (Inter), que combina experiência e adaptabilidade.
Meio-Campo: Criatividade e Controle
Niccolò Barella (Inter) é o motor do meio-campo italiano. Sua capacidade de correr, defender e criar é essencial. Jorginho ainda pode ter impacto em 2026, trazendo experiência, mas Spalletti está construindo ao redor de meia-campistas mais jovens como Sandro Tonali (Newcastle) e Bryan Cristante (Roma).
Ataque: A Busca por Gols
Este é o ponto fraco. A Itália não tem um atacante de primeira linha estabelecido em clubes de topo europeus. Gianluca Scamacca (Atalanta) é a promessa ofensiva mais brilhante, mas ainda carece de consistência em grande nível. Lorenzo Insigne (se retornar à Europa) seria um plus nas alas, trazendo experiência e criatividade.
A criatividade virá mais do meio-campo e das laterais do que do ataque puro.
Convocação Projetada (26 jogadores)
Goleiros (3): Gianluigi Donnarumma, Alex Meret, Matteo Perin
Defensores (8): Gianluca Mancini, Alessandro Bastoni, Alessandro Buongiorno, Matteo Darmian, Andrea Cambiaso, Nico Marchesini, Davide Zappacosta, Luca Castellanos
Meio-campistas (8): Niccolò Barella, Sandro Tonali, Bryan Cristante, Jorginho, Marco Verratti, Davide Frattesi, Lorenzo Pellegrini, Riccardo Calafiori
Atacantes (7): Gianluca Scamacca, Federico Chiesa, Lorenzo Insigne, Mateo Retegui, Riccardo Orsolini, Matteo Politano, Antonio Candreva
Nota: projeção sujeita a forma e disponibilidade. Convocação oficial anunciada em maio de 2026.
Análise: Chances da Itália
A Itália tem a base tática para competir, mas falta o atacante de elite. Se Scamacca explodir em produção antes de junho e os meia-campistas mantiverem seu nível, a Azzurra pode surpreender. O futebol italiano tradicional—defesa forte, controle posicional—ainda é competitivo em 2026.
O risco: falta de um número 9 confiável e o risco de nova eliminação na fase de grupos.
Cobertura completa no hub da Copa do Mundo 2026 e no perfil da seleção italiana.
